Berlin,

Em 2007, Markus Witte, Thomas Holl e Lorenz Heine perceberam que não havia como aprender um novo idioma on-line. Em 2008, então, eles criaram um aplicativo que combinava tecnologia avançada com metodologia comunicativa de ensino. Assim, a Babbel foi a pioneira no mercado de aprendizado de línguas on-line. Passados quase 10 anos: o que ainda faz mais de 1 milhão de pessoas pagarem por um aplicativo de idiomas, sendo que há tantas opções gratuitas? Aqui listamos 5 motivos:

1- Único Aplicativo com Equipe Didática Própria

A Babbel é a única que possui uma equipe interna formada por mais de 100 profissionais especialistas em Linguística, Ensino de idiomas e Educação. Ela é responsável por criar o melhor conteúdo especialmente para cada combinação de estudo, isto é, o modo de estudar um idioma varia de acordo com a língua de referência escolhida pelo usuário (que não precisa ser necessariamente a língua materna).

Em setembro deste ano, pesquisadores independentes da City University of New York e da University of South Carolina testaram a qualidade e a eficiência de um dos cursos da Babbel. Depois de acompanharem o progresso de 391 usuários do aplicativo, escolhidos de forma aleatória, chegaram à seguinte conclusão: “iniciantes sem nenhum conhecimento de língua espanhola precisaram, em média, de 15 horas de estudo ao longo de um período de dois meses para cumprir os requisitos equivalentes a um semestre de espanhol em uma faculdade dos Estados Unidos”.

2- Metodologia que Segue o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas.

A Babbel produz seus cursos a partir de diálogos da vida real, diferente de aplicativos que ensinam uma língua por meio de frases formadas por um software. A empresa acredita que aprender com base em uma metodologia comunicativa resulta em um conhecimento mais sólido e faz com que o estudante ganhe mais rapidamente a confiança necessária para falar no novo idioma.

O conteúdo explicativo é adaptado para a língua de referência escolhida pelos usuários. A proposta é aproveitar o que os usuários já sabem de seus próprios idiomas para ensiná-los um novo. Dessa forma, a Babbel considera que um falante de português, por exemplo, apresenta necessidades diferentes das de um falante de inglês ao aprender espanhol.

Além disso, a metodologia da Babbel segue o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas, um parâmetro que também orienta instituições, como Goethe-Institut, Cambridge e Aliança Francesa.

81% dos participantes do estudo americano, realizado em setembro deste ano, afirmaram terem melhorado a habilidade de se comunicar em outro idioma. Esse dado confirma ainda uma pesquisa feita pela Babbel, em 2015, com 45 mil entrevistados. De acordo com ela, 73% dos participantes afirmaram se sentir confiantes o suficiente para manter uma conversa em um novo idioma depois de 5 horas de estudo com o aplicativo.

3 - Estudo sem Publicidade

Estudar com a Babbel significa não ser interrompido por propagandas ou nenhum tipo de conteúdo que não esteja relacionado às lições. O seu serviço é ainda transparente e baseado apenas em assinaturas.

Em setembro, pesquisadores calcularam o Net Promoter Score (NPS) da Babbel, que foi de +59.3. O NPS é a medida utilizada pelas maiores empresas do mundo para pontuar a satisfação e a fidelidade de seus clientes. Considerando que o NPS médio para softwares e aplicativos é +28 e que o app da Babbel é um serviço pago, esse índice é um claro indicador do alto valor atribuído pelos seus usuários.

4- Cursos Offline

Os cursos são salvos na nuvem. Isso quer dizer que o estudante pode sempre continuar a lição de onde parou, em qualquer dispositivo – PC, notebook, tablet ou smartphone. No celular, também é possível fazer o download das lições para o estudo offline.

5- Mensalidades Baratas

Definitivamente, estudar on-line apresenta o melhor custo-benefício se o aplicativo utilizado garantir alta qualidade de ensino. Um curso de alemão no Goethe-Institut, por exemplo, não sai por menos de R$ 2.400,00. Na Cultura Inglesa, o valor de apenas um nível é cerca de R$ 2.160,00. A Babbel acredita que todas as formas de aprender um novo idioma são válidas. Contudo, são poucos os brasileiros que têm tempo e dinheiro suficientes para frequentar uma escola de idioma. Então, por que não utilizar a tecnologia para democratizar o conhecimento?

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